Competitividade B2B

Seu cliente PJ paga mais caro comprando de você.

Empresa do Simples repassa menos crédito de IBS e CBS que um fornecedor do regime regular. Com o mesmo preço de tabela, a compra sai mais cara para quem aproveita crédito — e o seu cliente vai fazer essa conta. Descubra o tamanho da diferença.

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  • O número, não o susto
  • Pondera quem realmente usa crédito
  • Não recomenda preço

Feito para quem toca o negócio, não para contador

A conta que o seu cliente faz

O comprador PJ não compara preço, compara preço menos crédito. Mostramos os dois custos reais lado a lado, com os seus números.

O preço que empata — calculado direito

Não é "desconte a diferença de crédito": esse cálculo erra, porque baixar o preço também reduz o crédito que você repassa. A conta aqui resolve a igualdade de verdade.

Sabe quem não é afetado

Cliente consumidor final não credita. Cliente no Simples Tradicional também não. A ferramenta pondera por isso em vez de somar todo CNPJ.

Diz quando não há problema

Se o crédito que você repassa já iguala o do concorrente, a resposta é essa — e não um desconto inventado para justificar a ferramenta.

A conta aberta, com a norma

Cada passo com a fórmula e os números substituídos, mais a competência e a fonte da alíquota usada. Dá para levar ao contador e conferir.

Usa o que você já tem

Faturamento, valor do DAS e a parte de PIS/COFINS/ICMS ou ISS. Sem cadastro de empresa, sem integração, sem planilha.

Em três passos

1

Informe a sua guia

Faturamento do ano, DAS de um mês e quanto dele é PIS, COFINS e ICMS ou ISS.

2

Diga o preço e o público

Uma venda típica, e quantos dos seus clientes conseguem usar crédito.

3

Veja a diferença

Quanto crédito o cliente deixa de ganhar, e o preço que igualaria a conta.

Perguntas frequentes

  • Por que meu cliente pagaria mais comprando de mim?
    Porque ele desconta do custo o crédito de IBS/CBS que a compra gera. Como empresa do Simples Tradicional repassa crédito limitado ao que saiu no DAS, e um fornecedor do regime regular repassa o valor cheio, o custo líquido dele fica maior com você — mesmo pagando o mesmo preço.
  • Então eu preciso baixar o preço?
    Não necessariamente, e a ferramenta não recomenda isso. Ela calcula o preço em que a compra custaria o mesmo para o cliente. Se compensa praticá-lo depende da sua margem e do valor que ele enxerga em você — muita empresa compete sem igualar preço, porque entrega outra coisa.
  • Basta descontar a diferença de crédito?
    Não, e esse é o erro mais comum. Ao baixar o preço, o crédito que você repassa também diminui, o que exige baixar de novo. A conta correta resolve a igualdade de custo líquido, e o desconto que ela indica é maior que a simples diferença de crédito.
  • Isso vale para todos os meus clientes?
    Não. Consumidor final não aproveita crédito, e cliente que também está no Simples Tradicional tampouco. Por isso perguntamos qual fração das suas vendas vai para quem de fato credita — e é essa fração que pondera o impacto.
  • Isso significa que eu deveria migrar de regime?
    É outra pergunta, e ela tem ferramenta própria: o Decisão Setembro compara Simples Tradicional e Híbrido com os seus números. Aqui olhamos só a sua posição competitiva frente a quem já está fora do Simples.
  • De onde vem a alíquota do regime regular?
    De regra versionada na nossa base, com a norma que a fundamenta e a competência a que se refere — ambas aparecem no resultado. Se não houver regra vigente para a competência, a ferramenta recusa o cálculo em vez de estimar.

Ainda com dúvida? Veja a página de ajuda.

Saiba o tamanho da diferença antes do cliente

Entre no beta e calcule com os números da sua guia. A conversa com o comprador fica outra.

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